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Paranóia da Lei seca e cinema

12/08/2008

Ontem, depois do almoço me deu uma baita vontade de comer chocolate de sobremesa. Fui pegar umas bolotas com licor de menta dentro e explodem quando a gente morde e… não, não posso comer isso. A paranóia da Lei seca me pegou! Ia sair de carro em menos de 15 minutos e vai que eu era parada numa blitz! Tudo bem que, nesse tempo todo que eu dirijo, só fui parada numa blitz uma vez na vida e não tinha o tal do bafômetro. Também já observei que eles só param ou carros velhos ou carros populares. pelo menos é só o que eu vejo parado em blitz. Como não é o meu caso, não tem muito risco mas, sei lá… não convém arriscar né? Vai que eu dou azar de dar de cara com “os home”.

Tá todo mundo paranóico por conta dessa tal Lei seca. Tudo bem… tou achando até legal ver os “amigos da vez” em ação as pessoas fazendo menos bobagens no trânsito. Ok, ok… têm aquelas pessoas que, mesmo sóbrias, ainda são retardadas o suficiente pra fazer besteira. Esqueçamos essa parte.
Voltando ao tema principal, não comi meu chocolate. Só de noite porquê ou eu comia ou ia ter um filho com cara de chocolate recheado de menta. Matei a vontade.

De noite eu resolvi ver, denovo, pela milésima vez, “Guerra dos mundos“. Dessa vez com os requintes de uma transmissão da Tela Quente Global. Sempre com intervalos interrompendo o melhor do filme e, pra piorar a situação, transimição ao vivo das Olimpíadas de Pequim narrada por quem, quem? Galvão Bueno! Ninguém merece…

Adoro filmes de ficção mesmo com todas as mentiras. Tirando aquela menina histérica que só grita e chora o filme todo e os lapsos de verossimilaridade, ele é uma ótima distração. Podem falar mal o que for do Spielberg e eu continuo achando ele ótimo como eu acho ótimo o Shyamalan antes da fama (sim, porque depois que ele foi pras produções não-independentes ele só fez filme ruim). Graças ao Spielberg, temos obras primas de ficção. Viva o Spilberg! E, a cada cena de suspense, meu coração só falta sair pela boca mesmo sabendo o que vai acontecer a seguir. Só ele e o “Shy” conseguem isso… são de tirar o fôlego!

E o Tom Cruise nesse filme então?! Não é o pai perfeito? Toda boa moça queria casar com um desses, que protege os filhos, chora, fica nervoso mas, mantém o controle e a humanidade. O bom mocinho dos tempos atuais sem aquele status de semi-deus.

Ai ai… fui dormir tranquila depois de adiantar uns trabalhos e sonhei com uma tonelada de cobras, muitas cobras numa praia. O que será que isso quer dizer? Medo!

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