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Memória

26/08/2008

Ansiedade e estresse podem alterar seu funcionamento

Anda esquecendo os compromissos? Não consegue se lembrar do que fez durante a semana? Vive cercado de post its e alertas no celular para lembrar de tomar os remédios? Pois bem: esse pode ser um sinal de que o estresse e a ansiedade te pegaram de jeito! Segundo a neurologista Belina Nunes, autora do livro “Memória, Funcionamento, Perturbações e Treino”, o stress, a privação de sono são, agora, os principais responsáveis pela diminuição da memória em pessoas entre os 30 e os 40 anos.

Apesar dos problemas da memória serem associados ao envelhecimento e às demências, a depressão, a ansiedade e as perturbações da atenção são as suas causas mais comuns na população. Quem está acostumado a fazer várias coisas ao mesmo tempo, pensar no que vai fazer enquanto está executando uma tarefa, agir mecanicamente, sem controlar o turbilhão de pensamentos, está fadado a sofrer com problemas de memória. Para Belina, é importante estarmos atentos ao ritmo do nosso organismo, fazer pausas no trabalho, ter horários regulares e dormir mais. “A memorização de informação necessita de atenção, de tempo, de pausas, fatos muitas vezes descurados em trabalhos desgastantes que exigem diversas solicitações em simultâneo”, explica.

Segundo os especialistas, a memória é resultado de um processo, no qual existem três etapas básicas. Primeiro é captada a informação, depois ela é armazenada e por último é preciso resgatar aquilo que foi armazenado. Um problema em qualquer destes estágios pode afetar a memória. Quem tem distúrbios emocionais, tais como depressão e ansiedade, a memória é prejudicada logo em seu primeiro estágio, já que a pessoa não consegue fixar sua atenção em nada e a captação de informações acaba se prejudicando.

“Em termos de aperfeiçoamento do funcionamento da memória devemos cuidá-la ao longo de toda a vida e não apenas quando percebemos que está falha. A nossa memória representa um arquivo único e irrepetível, o qual devemos rever, organizar, catalogar, para mantermos sempre a noção de identidade própria”, relata Belina, acrescentando que “devemos cultivar memórias agradáveis, mantermo-nos ligados a atividades de lazer, aprender a gerir a ansiedade e o stress crônicos, evitar e tratar a depressão, ter hábitos de vida saudáveis e não depender em demasia de ajudas externas de memória, pois para a memória aplica-se o mesmo que para qualquer função do nosso corpo, isto é, o que não se usa perde-se”.

Fonte: Site Ana Maria Braga

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One comment

  1. Olá
    vlw por ter colocado essa noticia aki…acho ki sou anciosa(tenho mtos problemas por isso),ja tive depressão.
    Te convido a conhecer meu blog tb…
    Abraços.



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