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Happy ending (O ano tá acabando, meu povo!)

19/12/2008

coracao

Tá chegando mais um fim de ano e a gente, nessa época, faz aquele bom e velho balanço geral de tudo que vivemos. As coisas boas, as ruins, as experiências, os aprendizados, nosso crescimento pessoal, profissional…

Sabem… eu tou com uma frase recorrente na cabeça: “Antes só do que ACOMPANHADA“. Não importa se mal ou bem. O importante é eu estar só nesse momento. Isso em se tratando de relacionamentos afetivos, claro. Pq eu sempre tenho a companhia de amigos, família e pessoas que gostam de mim.

Mas, assim… essa frase tem sido marcante devido a uma coisa que eu sempre valorizei e agora muito mais: O tal do RESPEITO. Respeito aos sentimentos alheios, respeito às pessoas e, principalmente, respeito a mim mesma e aos meus sentimentos.

Muito embora a gente não mande no coração, às vezes acontece da gente gostar justamente de quem, primeiro não aparentemente nos merece e depois quem não dá a mínima pra gente (ou pelo menos faz questão de parecer não dar). Mesmo assim, não ia ser nem bonito nem respeitoso estar com alguém pensando noutra pessoa. Ou estar com alguém, pra tapar buraco ou por pura carência. Ninguém iria suprir a carência de um certo beijo, de um certo cheiro, de um certo olhar, de certos carinhos que serão únicos pra sempre. Que talvez não voltem nunca mais, mas serão eternos. Sonhos que levam tanto tempo para serem construídos, não são apagados assim tão fácilmente. Muito menos qualquer um pode realizá-los assim na boa.

Quando a gente aprende a gostar da gente, nós nos bastamos e, de forma alguma, iremos passar por cima do que sentimos. Como dizia a Lispector: “Eu te amo e o que é que tu tens a ver com isso?

Depois que Felicia me convenceu de que eu sou mesmo uma pessoa interessante, inteligente e bem resolvida, minha vida têm tido mudanças significativas. Nada como uma boa conselheira pra te empurrar pra frente…

Meio platônico, pode ser… mas ok. Se eu amo alguém, eu amo e não vai adiantar procurar essa pessoa noutras pessoas. Só tenho duas opções: Deixar o amor morrer, enterrá-lo e rezar a missa de 7º dia ou viver e lutar por ele. Juro que ainda não faço a menor idéia do que fazer com isso mas, enquanto não encontro a solução, deixa do jeito que tá: Sem contato, sem esperança, sem reciprocidade, sem notícias… Simplesmente ocupando a cabeça e a vida com outras coisas que têm me feito muito bem.

Um dia a coisa toma o rumo que deve tomar, seja ele qual for… Mas o importante é saber que, apesar de tudo, o amor sobrevive ainda. Sobreviveu às mágoas, às tristezas, às perdas… quem ama, perdoa mesmo! Enquanto isso, vamos vivendo e vivendo e vivendo… pq a vida é bonita, é bonita e é bonita! E amar, minha gente, tem que ser uma coisa boa! Muito boa!

Dinah Chershire

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shell-32x32E não houve final feliz. Alguns sentimento, por mais que eu tente domar, são indomáveis. E eu tento tentado o impossível pra te esquecer mas, não dá.

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