Archive for janeiro \24\+00:00 2009

h1

Fidelidade

24/01/2009

kasborn

Eu nunca amei ninguém completamente
Sempre foi com um pé no chão
E por proteger de verdade meu coração
Eu me perdi nesses sons
Eu ouço na minha mente
Todas essas vozes
Eu ouço na minha mente todas essas palavras
Eu ouço na minha mente toda essa música
E isso parte meu coração…

E achei que nunca iria te encontrar
Achei que nunca iriamos nos apaixonar
Achei que nunca deixaria você me beijar de um jeito tão doce e tão suave
Achei que nunca veria você
Achei que nunca conversaríamos
Achei que nunca iria ficar cantando canções de amor só pra me machucar
Só pra me machucar…

Todos os meus amigos dizem que é claro que isso vai melhorar
Vai melhorar
Melhor, melhor, melhor…

Eu ouço na minha mente
Todas essas vozes
Eu ouço na minha mente todas essas palavras
Eu ouço na minha mente
toda essa música
E isso parte meu coração…caminho

(Tradução da música “Fidelity” de Regina Spektor)

h1

Paixão

23/01/2009

paixao

“As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas. “caminho

Voltaire

h1

Uma soneca para potencializar a memória

21/01/2009

Mesmo períodos curtos de descanso após as refeições podem melhorar a formação e consolidação da memória

Enquanto você dorme, o córtex pré-frontal repete as experiências diárias e ajuda a consolidação da memória.

Enquanto você dorme, o córtex pré-frontal repete as experiências diárias e ajuda a consolidação da memória.

Os últimos 20 anos forneceram consideráveis evidências do papel fundamental do sono na consolidação da memória. O núcleo das pesquisas nessa área refere-se a importância do descanso noturno por períodos mais longos. Por esse motivo o tempo de sono realmente necessário para que seus efeitos sobre a memória se tornem significativos, do ponto de vista comportamental, ainda não foi suficientemente investigado, avaliam os neuroendocrinologistas Manfred Hallschmid e Suzanne Diekelmann da Universidade de Lüebeck, Alemanha. Mas há razões para presumir que, mesmo períodos curtos de descanso podem, de fato, melhorar a eficiência da memória.

Existem poucos estudos que investigam o efeito de um breve cochilo na consolidação de memórias declarativas ─ as que envolvem fatos e eventos. A maioria desses estudos descreve um melhor desempenho após o sono, quando comparado com a vigília, mostrando melhoras na eficiência de 4% a 46% na memória para pareamento de palavras após uma sesta. Até um cochilo rápido, em torno de cinco minutos, melhora a eficiência da memória em relação à vigília. Já uma soneca mais prolongada, de 35 minutos, mostra resultados muito superiores. Curiosamente, uma série de experimentos mostra que o sono beneficia a memória independentemente da hora em que se dorme, o que destaca o potencial cognitivo do cochilo após as refeições.

Uma pesquisa sobre memória procedural, ─ que inclui habilidades perceptivas e motoras, como aprender a tocar um instrumento ─ mostra que uma sesta de 60 a 90 minutos melhora a percepção visual apenas se, nesse período de sono, os olhos fazem os dois movimentos de ondas lentas e rápidas, as duas fases que o cérebro atravessa enquanto cochilamos.

Os estudos se concentraram nas habilidades motoras como, por exemplo, aquelas em que os participantes devem digitar várias vezes certas seqüências em um teclado. Após um sono de 60 ou 90 minutos há melhora no desempenho da digitação, mas resultados muito melhores são obtidos após uma noite inteira de sono.

Em resumo, essas observações sugerem que um cochilo pode ajudar uma pessoa a se lembrar do que acabou de aprender, mas ela precisa de períodos mais longos, com os olhos fechados, para extrair o pleno potencial do sono.

Fonte: Scientific American Brasil

h1

A Rosa e a Couve-flor

20/01/2009

couve-flor rosa1

.

Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:

– Que petulância te chamarem de Flor!
Veja sua pele: é áspera e rude, enquanto a minha é lisa e sedosa.
Veja seu cheiro: é desagradável e repulsivo, enquanto o meu perfume  é sensual e envolvente…
Veja seu corpo: é grosseiro e feio, enquanto o meu é delicado e elegante.
Eu, sim, sou uma flor!

E a couve-flor respondeu:

– HELLOOOOOU, QUERIDAAAA!!! ACORDAAAAAAA!!!
De que adianta ser tão linda, se ninguém te come??? Hã?

Dinah responde:

De que adianta ser comida pra depois virar cocô?

Hoje eu tou malévola…

h1

O amor muitas vezes nos desafia a mudar, mas isso em geral não é fácil

20/01/2009

Relações afetivas não são zonas de conforto. Muitas vezes produzem conflitos e nos requisitam mudanças em nossa maneira de ser, o que exige autoconhecimento, autocrítica e também muita disciplina. O esforço, no entanto, quase sempre vale a pena, pois ao empreendê-lo evoluímos. Sem falar que desafiar-nos a mudar é a maior prova de amor que podemos dar para alguém.

love

Você é do tipo que nesta época se propõe mudanças para o ano que se inicia? Quantas vezes já quis parar de fumar? E emagrecer? Começar um curso? Separar-se? Você sabia o que e como deveria fazer, não é mesmo? Mas, apesar disso, não conseguiu. É, mudar não é fácil. Por quê? Acompanhe meu raciocínio: suponha que deseje vir até onde estou. Você me liga e pergunta: “Qual é o melhor caminho?” Antes de responder, eu deveria perguntar: “Onde você está?” Sem saber o seu ponto de partida, eu poderia dar um caminho incorreto.

Quer dizer, para mudar é preciso saber não só o ponto de chegada e o caminho, mas, sobretudo, o ponto de partida. Por isso é difícil. Quando alguém decide parar de fumar, por exemplo, qual é o caminho mais simples para ter sucesso? Parar de comprar cigarros, deixar de pedi-los, de aceitá-los e, enfim, não fumar.

Mas, se a pessoa não se conhece, isto é, se ignora seu ponto de partida, se não percebe que lhe falta auto-estima, consistência e disciplina, provavelmente não vai atingir o objetivo. Nesse caso, o caminho mais simples não é o melhor. Essa pessoa vai precisar de ajuda, de gente que exerça sobre ela um controle que ela mesma não consegue exercer. Em resumo, a maioria das pessoas pensa que se conhece e, por isso, se propõe mudanças que estão além de suas possibilidades de sucesso.

Quando o caminho escolhido não resulta na mudança desejada, é porque falta autoconhecimento. Ignoramos nossos recursos ou não percebemos quais seriam necessários porque nossa percepção é falha. E, sem conhecer nosso ponto de partida, os caminhos escolhidos são autossabotagens. Nesse caso, não somos livres, pois nossas escolhas são determinadas por modelos mentais velhos e conflitos inconscientes.

As mudanças mais importantes de nossa vida são as que necessitam de altas doses de autocontrole, autocrítica, coerência e amor-próprio. Atributos que se desenvolvem a partir da reflexão sobre si. E nem todas as mudanças são fruto de nossa escolha, há aquelas que a vida nos propõe quando nos coloca em situações inesperadas.

É o caso das relações afetivas. Claro que escolhemos a pessoa com quem queremos nos relacionar. Mas cada ser humano é único e se revela ao longo da união, por isso não devemos evitar os imprevistos das relações. Se desejamos nos entregar, precisamos correr riscos! Se alguém tem como ponto de partida o desejo de ser feliz e escolhe como caminho viver uma relação afetiva, então o caminho escolhido está errado. Para a maioria das pessoas felicidade é sinônimo de zona de conforto, sem conflitos, sem pressões, sem deveres. Essa felicidade só se obtém a partir da solidão, do egoísmo, da não entrega. O amor não permite isso. Não me refiro ao amor idealizado, romântico, mas àquele que desafia a frase “Você me conheceu assim”. Que impõe conflitos, pois nos coloca em comparação ao que o ser amado tem de melhor e nos desafia a ser tão bons quanto ele para merecê-lo! Relações afetivas são para quem se conhece a ponto de topar ser o construtor de si mesmo, sem monitorias e controles externos.

Para quem tem esse ponto de partida, os conflitos gerados nas relações afetivas são bem-vindos e indicam o caminho correto para evoluir. A única prova de amor verdadeira é esta: desafiar-se a mudar pelo amor ao outro.

rosa

* Rosa Avello é psicoterapeuta e psicodramatista com especialização em Psicodinâmica aplicada nos negócios pelo GD, em sexualidade humana pelo Instituto Sedes Sapientiae e credenciada pelo Instituto Felipelli na aplicação do MBTI. Atua na capital paulista. E-mail: rosavello@uol.com.br

.

.

conchinhaPercebi que era feliz com vc, mas não completamente, e pra isso eu teria que mudar muito.

h1

Nada é impossível!

20/01/2009

estrelas“Se as coisas são inatingíveis, ora! Não é motivo para não querê-las. Que tristes seriam os caminhos se não fora a presença distante das estrelas.” (Mário Quintana)

h1

Onigiri ou bolinho de arroz

19/01/2009

Aproveitando o espírito japa que ronda… vamos lá!!!

onigiri

Ingredientes
450 g de arroz tipo japonês
500 ml de água
5 cm de alga kombu (opcional)*

* A alga realça o sabor do onigiri e dá liga ao arroz

Preparo

Arroz:
Lave bem o arroz até que a água fique quase transparente. Deixe-o descansar por 30 minutos na peneira (isso vai permitir que ele hidrate lentamente). Transfira para uma panela de fundo espesso o arroz lavado, a água e a alga, e deixe em fogo forte até ferver. Abaixe o fogo e deixe cozinhar assim por 15 minutos. Desligue o fogo e deixe descansar (ainda com a panela tampada) por mais 10 minutos. Pode-se utilizar também uma panela de pedra-sabão: o resultado é surpreendente. No caso da panela de pedra, o fogo deve ser forte nos primeiros 10 a 15 minutos (dependendo da sua espessura). Desligue e deixe tampado por 20 minutos. Nao se esqueça de que, se o arroz for novo, deve-se reduzir a quantidade de água em 30 a 40 ml. Se o arroz estiver meio velho, coloque 1 colher (chá) de óleo neutro (canola, arroz, semente de uva): ele dará liga e brilho ao arroz ressecado.

Onigiri:
Retire o arroz da panela, evitando a porção que grudou no fundo (se houver). Cubra o arroz com filme plástico, evitando que esfrie (os onigiri devem ser moldados ainda quentes). Preencha ½ xícara (chá) de arroz cozido. Faça uma cova ao centro e coloque o recheio a seu gosto (umeboshi, atum, salmão salgado grelhado, lascas de bonito seco, ovas de salmão ou caviar). Molhe as mãos com um preparado de 1 xícara (chá) de água e 1 col. (sopa) de sal. Com as mãos molhadas, faça bolinhos redondos ou triangulares: forme cones com as mãos e aperte o arroz. O importante é apertar o suficiente para que eles não desmanchem na hora de comer, mas não demais, a ponto de esmagar os grãos. Pode-se enrolar os onigiri com alga shiso, folhas de shiso ou cobrir com gergelim torrado.

Recheios:
A ameixa umeboshi deve ser colocada dentro do bolinho sem a semente. (Dependendo do tamanho, ela deve ser colocada inteira ou pela metade.) O atum em lata deve ser misturado com maionese até que fique cremoso, e temperado com shoyu e um pouquinho de suco de limão. Já o salmão deve ser em filés, com a pele, e levemente salgado. Deixe-o secar na geladeira, embrulhado em papel-absorvente e sem filme, para perder a umidade. Deixe por 1 noite e, no dia seguinte, grelhe o peixe. Retire espinhas e pele, leve ao fogo e, com uma espátula, esmigalhe e seque. Tempere com saquê e um pouquinho de shoyu. Lascas de bonito seco (okaka): coloque em 1 xícara (chá) as lascas de bonito e tempere com shoyu e gergelim torrado. Ovas de salmão: deixe de molho por 1 noite 2 colheres (sopa) de ovas de salmão temperadas com 1 colher (sopa) de saquê e ½ colher (café) de shoyu. Umeshiso: pique 3 umeboshi sem sementes e misture a 5 folhas de shiso (cortado fininho) e 1 colher (sopa) de gergelim torrado.

Variações de formatos:

oni01oni02oni03

Colaboração: Diva / Fonte: Fruit Basket