Archive for março \31\UTC 2009

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Pavê de café com chocolate

31/03/2009

Pavê de café com chocolate: para encantar seus convidados
Foto: Mauro Holanda

Tempo de preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 8 porções
Nível de dificuldade: Fácil
Categoria: Pavê
Calorias: 506 por porção

Ingredientes

· 3 xícaras (chá) de leite
· 2 colheres (sopa) de maisena
· 2/3 de xícara (chá) de açúcar
· 8 gemas
· 300 g de chocolate meio amargo picado
· Gotas de essência de baunilha a gosto
· 200 g de pão tipo brioche esfarelado
· 1 copo (americano) de café preparado
· 100 g de morangos

Modo de preparo

Aqueça o leite e junte a maisena, o açúcar e as gemas. Mexa até engrossar. Retire do fogo e divida o creme em duas partes. Em uma delas, junte o chocolate picado. Mexa até formar um creme liso. Na outra metade misture a baunilha. Em uma taça espalhe metade do creme de chocolate no fundo. Umedeça o brioche com o café e ponha sobre o creme de chocolate. Cubra com o creme de baunilha e faça uma última camada com o creme de chocolate. Decore com os morangos e conserve na geladeira até o momento de servir.

Fonte: site AnaMaria

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Faça alguém feliz

28/03/2009

felicidade

Dê um beijo, um abraço, um passo em sua direção…

Aproxime-se sem cerimônia…

Dê um pouco do seu calor e do seu sentimento…

Sente-se perto e deixe-se ficar algum tempo, ou muito tempo…

Não conte o tempo de se dar e aprenda a burlar a superficialidade…

Sonhe o sonho sem dúvidas, deixe o sorriso acontecer, rasgue o preconceito, olhe nos olhos, aponte um defeito com jeito, respeite uma lágrima…

Ouça uma estória, ou muitas, com atenção…

Irradie simplicidade, simpatia, energia, e não se espante se a pessoa mais feliz for você…

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Palavras ao vento

28/03/2009

A primeira letra do alfabeto é também a primeira letra da palavra amor e se acha importantíssima por isso!

Com A se escreve “arrependimento” que é uma inútil vontade de pedir ao tempo para voltar atrás e com A se dá o tipo de tchau mais triste que existe: “adeus”… Ah, é com A que se faz
“abracadabra”, palavra que se diz capaz de transformar sapo em príncipe e vice-versa…

Com B se diz “belo” – que é tudo que faz os olhos pensarem ser coração; e se dá a “bênção”, um sim que pretende dar sorte.

Com C, “calendário”, que é onde moram os dias e o “carnaval”, esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data marcada. “Civilizado” é quem já aprendeu a cantar “parabéns pra
você” e sabe o que é “contrato”: “você isso, eu aquilo, com assinatura embaixo”.

Com D , se chega à “dedução”, o caminho entre o “se” e o “então”… Com D começa “defeito”, que é cada pedacinho que falta para se chegar à perfeição e se pede “desculpa”, uma palavra que pretende ser beijo.

E tem o E de “efêmero”, quando o eterno passa logo; de “escuridão”, que é o resto da noite, se alguém recortar as estrelas; e “emoção”, um tango que ainda não foi feito. E tem também “eba!”, uma forma de agradecimento muito utilizada por quem ganhou um pirulito, por exemplo…

F é para “fantasia”, qualquer tipo de “já pensou se fosse assim?”; “fábula”, uma história que poderia ter acontecido de verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e “fé”, que é toda certeza que dispensa provas.

A sétima letra do alfabeto é G, que fica irritadíssima quando a confundem com o J. G, de “grade”, que serve para prender todo mundo – uns dentro, outros fora; G de “goleiro”, alguém em quem
se pode botar a culpa do gol; G de “gente”: carne, osso, alma e sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.

Depois vem o H de “história”: quando todas as palavras do dicionário ficam à disposição de quem quiser contar qualquer coisa que tenha acontecido ou sido inventada.

O I de “idade”, aquilo que você tem certeza que vai ganhar de aniversário, queira ou não queira.

J de “janela!, por onde entra tudo que é lá fora e de “jasmim”, que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar assim.

L de “lá”, onde a gente fica pensando se está melhor ou pior do que aqui; de “lágrima”, sumo que sai pelos olhos quando se espreme o coração, e de “loucura”, coisa que quem não tem só pode ser completamente louco.

M de “madrugada”, quando vivem os sonhos…

N de “noiva”, moça que geralmente usa branco por fora e vermelho por dentro.

O de “óbvio”, não precisa explicar…

P de “pecado”, algo que os homens inventaram e então inventaram que foi Deus que inventou.

Q, tudo que tem um não sei quê de não sei quê.

E R, de “rebolar”, o que se tem que fazer pra chegar lá.

S é de “sagrado”, tudo o que combina com uma cantata de Bach; de “segredo”, aquilo que você está louco pra contar; de “sexo”: quando o beijo é maior que a boca.

T é de “talvez”, resposta pior que “não”, uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança… de “tanto”, um muito que até ficou tonto… de “testemunha”: quem por sorte ou por azar, não
estava em outro lugar.

U de “ui”, um ài” que ainda é arrepio; de “último”, que anuncia o começo de outra coisa; e de “único”: tudo que, pela facilidade de virar nenhum, pede cuidado.

Vem o V, de “vazio”, um termo injusto com a palavra nada; de “volúvel”, uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que querem que ela queira.

E chegamos ao X, uma incógnita… X de “xingamento”, que é uma palavra ou frase destinada a acabar com a alegria de alguém; e de “xô”, única palavra do dicionário das aves traduzida para o
português.

Z é a última letra do alfabeto, que alcançou a glória quando foi usada pelo Zorro… Z de “zaga”, algo que serve para o goleiro não se sentir o único culpado; de “zebra”, quando você esperava
liso e veio listrado; e de “zíper”, fecho que precisa de um bom motivo pra ser aberto; e de “zureta”, que é como fica a cabeça da gente ao final de um dicionário inteiro.

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Agradecendo os espinhos

26/03/2009

espinhos

Era véspera do Dia de Ação de Graças.
Mas Sandra sentia-se muito infeliz quando entrou na floricultura.

Seu filho estaria nascendo se não o tivesse perdido em um acidente de automóvel… Lamentava muito sua perda.

Não bastasse isso, ainda havia a possibilidade de seu marido ser transferido. E, para completar, sua irmã cancelara a visita que lhe faria no feriado.

Ação de Graças? Agradecer o que? – perguntou-se.

Uma amiga ainda tivera a coragem de dizer que o sofrimento era uma dádiva de Deus, que fazia amadurecer e fortalecer…

Seus pensamentos foram interrompidos pela balconista, dizendo:

– Quer um arranjo tradicional ou gostaria de inovar com o que eu chamo de Especial? Está procurando algo que realmente demonstre gratidão no Dia de Ação de Graças?

Sandra explicou que nada tinha para agradecer e a outra replicou, enfática:

– Pois tenho o arranjo perfeito para você.

Neste momento entrou uma cliente que viera pegar sua encomenda: um arranjo de folhagens e longos e espinhosos caules de rosa. Tudo muito bem arranjado, mas não havia nenhuma flor.

Sandra ficou pensando por que alguém pagaria por talos de rosa, sem flor.

– Este é o “Especial”. Chamo-o de Buquê de Espinhos de Ação de Graças – explicou a balconista.

– Mas o que a levou a criar o buquê de espinhos? – perguntou Sandra.

– Aprendi a ser grata pelos espinhos… Sempre agradeci à Deus pelas boas coisas em minha vida e nunca Lhe perguntei por que essas boas coisas aconteciam.

Mas quando vieram coisas ruins, eu chorei e gritei: “POR QUE? POR QUE EU ?!”.

Sandra lembrou do que sua amiga tinha lhe dito, e ponderou:
– Perdi meu bebê e eu estou zangada com Deus…

Demorei para aprender que tempos difíceis são importantes para a nossa fé e nosso fortalecimento. Diante das dificuldades nos aproximamos de Deus e valorizamos a vida e seus bons momentos.

Neste momento entrou um homem na loja, que também viera buscar um arranjo de talos espinhosos.

– Isto é para sua esposa? – perguntou Sandra, incrédula. Mas por que ela quer um buquê que se pareça com isso?

– Eu e minha esposa quase nos divorciamos, mas com a graça de Deus, nós enfrentamos problema após problema e salvamos nosso casamento. O arranjo Especial nos lembra os tempos “espinhosos”. Etiquetamos cada talo com um dos problemas enfrentados e damos graças pelo que ele nos ensinou. Eu lhe recomendo o arranjo Especial!

– Não sei se posso ser grata pelos espinhos em minha vida. É tudo tão recente…

A balconista respondeu, carinhosamente:

– A minha experiência me mostrou que os espinhos tornam as rosas mais preciosas.

Apreciamos mais o cuidado providencial de Deus durante os problemas do que em qualquer outro tempo.

Lágrimas rolaram pela face de Sandra.
– Levarei uma dúzia destes caules longos e cheios de espinhos, por favor. Quanto lhe devo?

Nada. Nada além da promessa de que permitirá que Deus cure seu coração. O primeiro arranjo é sempre por minha conta.

A balconista sorriu e passou um cartão a Sandra.

– Colocarei este cartão em seu arranjo, mas talvez você queira lê-lo primeiro.

E Sandra leu:
“Meu Deus, eu nunca agradeci por meus espinhos. Eu agradeci mil vezes por minhas rosas, mas nunca por meus espinhos.

Ensine-me o valor de meus espinhos.

Mostre-me que, através de minhas lágrimas, as cores do Seu arco-íris são muito mais brilhantes.”

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Amigos

24/03/2009

Recebi essa tirinha de uma amiga por e-mail e achei tão bonitinho que resolvi postar.

amigos

Tou muito bem servida de amigos. Ainda bem.

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Luz dos olhos

23/03/2009

Pense numa música que me destrói mas, é uma música linda. Tenho que admitir: Nando Reis arrasa e, às vezes, é capaz de promover uma inundação no reino da Dinah.

Tudo que eu desejava pra mim mas, é tão difícil confiar nas pessoas… É tão difícil amar sem medo de se jogar, sem medo de cair de cara no chão e sofrer tudo denovo…

Eu quero muito muito muito conseguir isso no tempo exato, com a pessoa que mereça tudo que eu sou de verdade e que saiba dar valor a isso. E vice versa.

Que eu esteja no caminho e que seja…

Ponho os meus olhos em você
Se você está
Dona dos meus olhos é você
Avião no ar
Um dia pra esses olhos sem te ver
É como chão no mar
Liga o rádio à pilha, a TV
Só pra você escutar
A nova música que eu fiz agora
Lá fora a rua vazia chora…

Pois meus olhos vidram ao te ver
São dois fãs, um par
Pus nos olhos vidros prá poder
Melhor te enxergar
Luz dos olhos para anoitecer
É só você se afastar
Pinta os lábios para escrever
A sua boca em minha…

Que a nossa música eu fiz agora
Lá fora a lua irradia a glória
E eu te chamo, eu te peço: Vem!
Diga que você me quer
Porque eu te quero também!

Passo as tardes pensando
Faço as pazes tentando
Te telefonar

Cartazes te procurando
Aeronaves seguem pousando
Sem você desembarcar
Pra eu te dar a mão nessa hora
Levar as malas pro fusca lá fora….

E eu vou guiando
Eu te espero, vem…
Siga onde vão meus pés
Porque eu te sigo também.
E eu te amo!
E eu berro: Vem!
Grita que você me quer
Que eu grito também!
Hei! Hei!…

(E eu gosto dela E ela gosta de mim
Eu penso nela Será que isso não vai ter fim?)

Luz dos Olhos – Nando Reis

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Filosofia de tubarão

19/03/2009

tuba

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco.
Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.

Assim, para alimentar a sua população os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”.

Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você
recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos? Tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando alcançam sucesso numa empresa, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelos mesmos problemas de ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo ocorre com os herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.

L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador.”

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz.
Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo” e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.
Curta o jogo. Se seus desafios são muito grande e numerosos, não desista, se reorganize!
Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo, da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos,
habilidades e destrezas para fazer a diferença.
Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar!
Pense nisto!

Desconheço autoria.

Muitas vezes perdemos o que deveria ser nosso pelo simples fato de não termos tentado” (Shakespeare)