Archive for abril \29\UTC 2009

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Seu pensamento

29/04/2009

abraco

A uma hora dessas
por onde estará seu pensamento
Terá os pés na pedra
ou vento no cabelo?

A uma hora dessas
por onde andará seu pensamento
Dará voltas na Terra
ou no estacionamento?

Onde longe Londres Lisboa
ou na minha cama?

A uma hora dessas
por onde vagará seu pensamento
Terá os pés na areia
em pleno apartamento?

A uma hora dessas
por onde passará seu pensamento
Por dentro da minha saia
ou pelo firmamento?

Onde longe Leme Luanda
ou na minha cama?

caminho
Adriana Calcanhoto

.pegada

Nunca desejarei mal a quem amo… nunca! Apenas me afasto para que, sua felicidade, nesse caso, não me cause dor. Fique bem. Amo vc.

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Mandalas

27/04/2009

mandala2

Atualmente, bem-estar e qualidade de vida são objetos de grande desejo de todo ser humano. E quanto mais “natural” o processo de aquisição dessa estrutura, melhor. Uma das maneiras de alcançar essa paz interior é por meio das mandalas.

A mandala nada mais é do que um campo de força, no qual as formas, a estrutura numérica e as cores possuem poderes vibracionais atuantes. “Quando fazemos contato visual com uma mandala, nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva”, explica Celina Fioravanti no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.

Todas as mandalas possuem os seguintes elementos: a forma circular; o ponto central; e a repetição ou simetria das formas que constituem o desenho. De acordo com Celina, cada parte da mandala possui um simbolismo:

-O espaço interior, onde são desenvolvidas as formas, é sagrado, enquanto aquilo que está fora desse espaço é profano;

-O ponto central representa uma existência superior, a fonte de toda a criação;

-O desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica que divide o espaço em porções simétricas. A emanação das figuras geométricas e do número de divisões do espaço determinam a chamada “vibração da mandala”; e

-O simbolismo das cores e seu poder vibratório.

Os números na mandala

A base da mandala é definida pela divisão do espaço circular. Por exemplo, se há apenas um elemento principal dentro do espaço circular, essa mandala tem base um.

Base um: simboliza o princípio; são fortes e estão diretamente ligadas ao conceito de Deus;

Base dois: representa a dualidade, as polaridades opostas da energia, que se unem para gerar uma terceira força;

Base três: representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais;

Base quatro: está ligada ao poder e à ação objetiva;

Base cinco: está relacionada com a leveza, a fluidez, a alegria e a alquimia; é base para as mandalas com base dez e 15;

Base seis: é formada pela multiplicação do dois e do três, dos quais absorve um pouco os simbolismos; uma mandala com base seis quase sempre contém também o número 12;

Base sete: extrai suas vibrações da soma dos conceitos simbólicos dos números três e quatro, que unem a elevação com a materialidade; dobro de sete, a base 14 está ligada à alquimia e à magia;

Base oito: a sua influência é exercida no plano material com muita força; a base 16, dobro de oito, gera o número espiritual mais poderoso; e

Base nove: essa base acalma, ajuda a estudar e a aprender, facilita tudo o que é muito especializado; a base 18, dobro de nove, gera mandalas com muita força sobre o inconsciente e suas manifestações.

Celina ressalta no livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados” que existem mandalas com duas ou mais bases numéricas, em que os conceitos e a emanação da mandala têm duas atuações distintas. “Uma mandala com duas vibrações é mais fraca que uma mandala com apenas uma emanação vibracional”, diz.

A geometria na mandala

Na maior parte das vezes, são as formas geométricas da mandala que criam as vibrações numéricas.

Círculo: indica a área de atuação de Deus, a abrangência de seu poder, é o símbolo do céu;

Triângulo: representa o homem em sua busca espiritual;

Quadrado: simboliza a matéria, o mundo das ações e realizações físicas, num plano de existência puramente terrestre;

Pentágono e pentagrama: como pentágono, lembra o quinto elemento, o éter. Como pentagrama ou estrela de cinco pontas, emana vibrações de liberdade de ação e de pensamento; e

Hexágono e estrela de seis pontas: o hexágono indica o campo de atuação da busca espiritual. A estrela de seis pontas ou estrela de Davi representa a fé aplicada à vida material e a fé transformada numa ligação real com Deus.

As cores na mandala

As cores nas mandalas têm uma função altamente estimulante e terapêutica:

Vermelho: afasta a depressão, tira o desânimo e traz poder no plano material;

Amarelo: cor da inteligência, do estudo e da criatividade;

Azul: traz paz, harmonia e serenidade;

Laranja: cor da reconstrução, da correção e da melhora;

Verde: melhora qualquer estado físico negativo e cura o corpo, da mesma maneira, cura a alma quando está abatida; e

Lilás: evita que as energias indesejadas se instalem.

Como usar as mandalas

De acordo com Celina, existem muitas maneiras de aproveitar a energia emanada pelas mandalas. “Olhas para as mandalas é a primeira maneira de receber suas emanações positivas. Ao olhar uma mandala, sua estrutura começa a agir em nosso interior e gera modificações energéticas para as quais ela está programada”, explica a autora do livro “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”.

O primeiro cuidado é escolher a mandala certa para olhar. “Prepare um lugar calmo e isolado. Pode haver música, incenso, velas… O essencial é poder estar ali em paz e sem ser interrompido”, ressalta. Coloque o desenho na sua frente e feche os olhos. Faça respirações profundas. Quando estiver mais concentrado, abra os olhos e olhe diretamente para a mandala. Procure deixar sua mente livre de preocupações.

“Permaneça olhando quanto tempo quiser. Se ficar cinco minutos, irá se sentir bem e em harmonia. Se ficar 15 minutos, irá restaurar sua energia interior e exterior. Se ficar 30 minutos, bem concentrado no desenho, provavelmente acabará meditando com a ajuda da mandala”, finaliza Celina Fioravanti.

Bibliografia – “Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados”, de Celina Fioravanti, com desenhos de Vagner Vargas, da Editora Pensamento.

Thaís Bronzo

Fonte: Site Ana Maria Braga

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Tchau, passado! Hello, futuro!

27/04/2009

passado_futuro

A questão é a seguinte: Não me rebaixo mais por ninguém. NIN-GUÉM!

Sou quem sou e, sabendo disso, mantenho-me no meu exato lugar sem aceitar desrespeito.

É, tipo assim… as pessoas às vezes fazem coisas com a gente e a gente vai perdoando porque acha bobagem e porque tem coisas aparentemente maiores envolvidas. A faz papel de idiota. Ou porque se acha uma droga ou porque se sente culpado por algo. E esse “algo” quase sempre não tem a ver com a história atual e sim com coisas que não acabaram bem ou não foram finalizadas no passado quando deveriam ter sido.

Esse fim de semana coloquei pontos finais onde devia. Superei coisas. Tudo em respeito a mim mesma.

Respeito. Palavrinha chave de tudo. Quando não existe, nem a pessoa mais santa e boazinha (aparentemente) pra o mundo todo, adeus! Aturar desconfiança? Aturar acusações injustas? Aturar gente futricando minhas coisas pessoais? Quem procura acha… até o que não existe pode ser achado dependendo da mente de quem procura. E se for uma dessas pestes que não valem nada e não sabem o que é respeito… que ache! Ótimo! Merecem achar!

Tudo que sei é que hoje me sinto imensamente feliz por muitas coisas ruins terem acontecido na minha vida porque, com elas vieram, além das coisas boas, o bom e velho aprendizado.

Me sinto uma verdadeira borboleta que acabou de sair do casulo e tem um mundo novo todo à sua frente. E mais! Se antes apenas uma janelinha tava entreaberta, agora a casa inteira está abertas. Cortinas, janelas, portas… estou receptiva à tudo que me vier de bom e de ruim.

As pessoas mudam? Mudam sim… pra pior, pra melhor… mas é como eu sempre digo e sempre repetirei: Perdeu o respeito, perdeu tudo! Não tem nem a chance de tentar recuperar a confiança.

Tchau, passado! Hello, futuro!

passado_futuro2

Dinah Chershire

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O que eu também não entendo

27/04/2009

coracaomaos

Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos
Traduzidos em palavras
Prá que você possa entender
O que eu também não entendo…

Amar não é ter que ter
Sempre certeza
É aceitar que ninguém
É perfeito prá ninguém
É poder ser você mesmo
E não precisar fingir
É tentar esquecer
E não conseguir fugir, fugir…

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito
Mas com você eu posso ser
Até eu mesmo
Que você vai entender…

Posso brincar de descobrir
Desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos
E até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você
Eu tô tranquilo, tranquilo…

Agora o que vamos fazer
Eu também não sei
Afinal, será que amar
É mesmo tudo?
Se isso não é amor
O que mais pode ser?
Tô aprendendo também…caminho

Jota Quest

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Bolo de cenoura

26/04/2009

Meu pai tem intolerância à lactose então esse foi o bolo perfeito pra fazer no aniversário dele. Fica quase como um pudim. Ele adorou e todo mundo também!

bolo-de-cenoura

Massa:
– 1/2 xícara (chá) de óleo
– 3 cenouras médias raladas
– 4 ovos
– 2 xícaras (chá) de açúcar
– 2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
– 1 colher (sopa) de fermento em pó

Cobertura:
– 1 colher (sopa) de manteiga
– 3 colheres (sopa) de chocolate em pó ou Nescau
– 1 xícara (chá) de açúcar
(Se desejar uma cobertura molinha coloque 5 colheres de leite)

Modo de preparo:

1. Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por uns 5 minutos
2. Depois numa tigela ou na batedeira, coloque o restante dos ingredientes misturando tudo, menos o fermento
3. Esse é misturado lentamente com uma colher
4. Asse em forno pré aquecido (l80ºC) por 40 minutos
5. Para a Cobertura: misture todos os ingredientes, leve ao fogo, faça uma calda e coloque por cima do bolo
6. Se o seu liquidificador for bem potente, o bolo todo pode ser feito nele

Fonte: Tudo Gostoso

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Ilusões

24/04/2009

passion

“Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos.”

caminhoRené Descartes

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Quantos dos nossos sonhos não são meras ilusões e nós mesmo sabendo isso não nos importamos? E por quantas vezes temos a ilusão de que os nossos sonhos se realizam para depois vermos que não passavam de alucinações do nosso desejo.

Porque no jogo da ilusão dos sonhos podemos sair bem magoados principalmente quando os nossos sonhos se realizam e então percebemos da forma mais amarga que era uma ilusão pôr-lhes tanta esperança…

O ser humano adora ser iludido, adora acreditar em pequenas coisas que no fundo, bem lá no fundo sabe que são meras ilusões, que não correspondem á realidade fidedigna, mas o que importa isso quando queremos meramente ser deitados nos lençóis dos sonhos, mesmo que eles não passem disso mesmo.

No fundo sonhar, mesmo que seja uma ilusão, ainda chega a ser a parte mais fácil, e aquela que conseguimos fazer melhor. A pior parte só vem quando temos mesmo de acordar desse sonho e ver que a realidade é bem diferente da ilusão.

Porque é muito mais difícil acordar de um sonho quando este não passou de pura ilusão por nós mesmos criada na ilusão dos sonhos.

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Cúmplice

20/04/2009

braile

“Hoje eu acordei querendo encrenca
Escrevi teu nome no ar
Bati três vezes na madeira
Senti você me chamar

Na verdade uma carta em braile
Me deu uma certeza cega
Você estava de volta ao bairro
Em alguma esquina à minha espera

Meu amor, meu cúmplice
Eu sempre vou te achar
Nos avisos da lua
Do outro lado da rua

Rodei todas as lanchonetes
Tive idéias perversas
Relembrei tantos golpes espertos
Você cada vez mais perto

Meu amor, meu cúmplice
Meu par na contramão
Você não mudou em nada (nada, nada, nada)
Eu também não, que bom!” caminho

Cazuza