Archive for junho \26\UTC 2011

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Deixe a vida mais simples com a Regra do 3

26/06/2011

Na era da superexposição e da sobrecarga de informação, precisamos de filtros melhores para nos concentrarmos no que realmente importa. A Regra do 3 ajuda nisso.

  • Quais são as 3 pessoas mais importantes na sua vida?
  • Quais as 3 coisas que você gostaria de fazer antes de morrer?
  • Quem são seus 3 melhores amigos?
  • Quais os 3 livros que você mais gostaria de ler?
  • Quais os 3 filmes mais emocionantes para você?
  • Quais os 3 lugares que você gostaria de visitar?
  • Quais os 3 erros que você jurou nunca mais cometer?
A Regra do 3 não é estática. Toda vez que atingir um dos objetivos, coloque outro no lugar e continue se concentrando em apenas 3. Faça uma pequena lista, à mão mesmo, e vá riscando e acrescentando sempre que achar necessário.
Deixar as coisas simples e se concentrar no essencial é uma arte dominada por poucos.
Vi aqui.
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Julho de 2011

15/06/2011

Olha aí que coisa inusitada:

“nós nunca mais veremos um mês de Julho” como em 2011. Ou alguém de nós viverá mais 823 anos?
 
Julho/2011

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Este ano, Julho terá 5 sextas-feiras, 5 sábados e 5 domingos.

Isto acontece uma vez a cada 823 anos.

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O Imposto do Cupido

04/06/2011

Nos braços da minha amada
Sou um inventor de carinho
“Taqualmente” um bem-te-vi
Me mando um leite de vizinho
Eu chega fico alesado
Feito um bacorim mamado
Pro riba dos bacorinho

É aquele enganchamento
De perna, de boca e mão
Aquele agrado de coxa
É aquela alisação
E, se acaso, ela der sopa,
Descascadinha de roupa,
Vixe Maria, sei não!

O falar da minha amada
É aquele meio-tom
Aquela vozinha fofa
Que nem o talco Pom-Pom
Na orelha desse ouvido
É aquele sustenido
Fazendo cochicho bom

Meu peso sem gravidade
Me manera vento afora
Eu, em formato de doido,
Esqueço o dia e a hora
E se ela disser: “Menino!
Vambora fazer menino?”
Menino, eu, digo, vambora!

O imposto do cupido
Eu pago só o varejo
Aparecendo o fiscal
Declaro dois ou três beijos
E sonego o apurado
Chamego do furioso
Os fósforo que acende a chama
Palavreado de cama
Os apelido dengoso
Os meus saldos de balanço
“Corrochiado” em gracejos
E a viva “fiscaiada”
Se multar a minha amada
Tá multando meus desejos.

Jessier Quirino