Posts Tagged ‘relacionamentos’

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Por que eles sempre somem?

30/07/2009

Desequilíbrios energéticos podem explicar dificuldades amorosas

catphone

Ela conhece alguém legal. Percebe afinidades e um clima gostoso quando estão juntos. Eles saem diversas vezes, se falam todos os dias, tudo parece caminhar para um relacionamento mais firme. E então tudo esfria tão rápido que não dá tempo nem de se dar conta. Ele simplesmente some.

Ela se pergunta: “Por que isso sempre acontece na minha vida? O que há de errado comigo? As pessoas dizem que sou bonita, legal, e não entendem como não estou me relacionando com alguém. E eu também não.”

Essa é uma situação bastante comum nos atendimentos que realizo. Normalmente são mulheres aparentemente bem resolvidas, independentes, bem cuidadas, mas com uma interrogação no fundo do seu olhar: qual o meu problema?

Muito frequentemente, as mulheres que trazem essa pergunta são do estilo “muito legal e simpática”. Não conseguimos enxergar defeito nelas, de tão legais que são. Elas ouvem frases como: “você é perfeita”, “você é a pessoa que eu quero ficar junto”, “você é mulher para casar”.

Mas muitas vezes essas mulheres aparentemente perfeitas no nível físico trazem muitos desequilíbrios em padrões emocionais e mentais. Somos todos seres constituídos não só de matéria física, mas de energia sutil. Pensamentos, crenças e emoções, conscientes ou inconscientes também formam nossos corpos energéticos, que não são visíveis ou tão perceptíveis como nosso corpo físico. Portanto, nossas interações com o meio e com outras pessoas não se dão apenas de modo físico, mas também energético.

O pretendente pode não enxergar os desequilíbrios na mulher que julga perfeita. Mas pode, mesmo que inconscientemente, senti-los. Bem provavelmente ele vai pensar “ela é tão legal, bonita, bem resolvida… gostaria de ficar com ela, mas parece que falta alguma coisa, algo não está batendo…”. Ele não consegue explicar a razão de não ter mais vontade de estar com ela, pois racionalmente não há motivos.

Se você se enquadra no estilo “boazinha e legal” pode também estar mascarando uma tentativa consciente ou inconsciente de controlar o outro. Um jogo em que, de alguma maneira muito sutil, tenta obrigar o outro a fazer aquilo que você quer que ele faça. Quer que ele ame você e se comprometa, que diga e faça aquilo que você espera, que ele atenda as suas carências e todas as suas expectativas altíssimas. Às vezes, cria-se um jogo em que ele sente-se quase obrigado a atender às suas expectativas, afinal você é tão legal e fofa que merece ser agradada. E esse jogo escraviza e cansa a outra pessoa, que se sente aprisionada. Energeticamente, seria como se sua energia estivesse abraçando a dele como um polvo, imobilizando-o e controlando-o. Mais uma vez, esse “ataque” pode não ser visível, mas pode ser sentido, de forma consciente ou inconsciente.

A “boazinha” pode também carregar em seus corpos mental e emocional traumas e crenças negativas a respeito de relacionamentos, que procura esconder e abafar dentro de si. Apesar de aparentemente muito simpática, suas energias desarmônicas podem ser captadas pelo outro, que mesmo sem entender porque, vai se desinteressando.

Se você se envolve frequentemente com parceiros que somem sem explicação, saiba que essa situação sinaliza algo dentro de você. Busque através da meditação, ou se sentir necessidade, com ajuda profissional terapeutica, essas questões a serem trabalhadas em você. Durante esse processo pode ser vantajoso ficar sozinha durante um tempo. Não se preocupe se os pretendentes pararem de aparecer, e respeite seu tempo de cura. Quando estiver harmonizada, seu próprio campo energético vibrará de outra maneira, e se encarregará de fazer fluir interações e relacionamentos mais saudáveis.

Fonte: Personare
Texto de: Ceci Akamatsu

Terapeuta energética, faz atendimentos individuais no Rio de Janeiro. Bióloga por formação, se especializou em terapias que promovem a harmonia e o bem-viver.
contato: ceciakamatsu@gmail.com

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Tapa na cara

28/07/2009

girassol

Tava tomando café da manhã no flat (o último dessas férias) e aí vem a Ana Maria Braga tagarelar no meu ouvido:

“Só existe dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”

caminho
Dalai Lama

É bom receber essas tapas no meio da cara logo de manhã. Ajudam a gente a acordar sabe? Ajudam a relembrar quem somos e a que viemos.

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Lobo em pele de cordeiro

16/07/2009

lobo

Quando não sabemos quem somos, deixamos entrar na nossa vida pessoas que também não sabemos quem são. Somos facilmente enganados. Caímos em qualquer conversa bonita. Nos encantamos com qualquer ato de carinho mesmo que falso. Nos deixamos levar por qualquer história mal contada.

Acreditamos que um rostinho bom e uma certa timidez é sinal de bondade quando, na verdade, o cordeiro esconde um lobo embaixo de sua pele. Os bonzinhos são os piores! Creia!

Quantas vezes já não fomos enganados por pessoas dissimuladas?
Quantas vezes já fomos acusados de sermos os vilões, tivemos o dedo apontado bem na nossa cara e não nos demos conta que existiam outros três dedos apontando para o nosso próprio acusador?

É fácil descobrir que é o mocinho e quem é o vilão da história. Basta olhar quem mais se prejudicou e ver quem foi o causador. Simples assim.

Eu já passei por isso e posso dizer que sem essas coisas, eu não seria quem sou hoje. E sem as novas experiências que ainda vou viver, eu não melhorarei em nada.

Já me meti com gente falsa, com gente hipócrita, com gente dissimulada, com gente que não valia um vintém!!! O que ganhei? Experiência.

O que mais? A percepção de saber quem devo e quem não devo ter por perto. A sabedoria em distinguir as pessoas que realmente têm a acrescentar das que não precisam estar perto pelo simples fato de não servirem pra nada além de treino.

Que venham mais falsos, hipócritas, idiotas e imbecis na minha vida. É com trates como vocês no meu caminho que eu subo e me torno cada vez melhor. Obrigada por ter tido o desprazer em conhecê-los.

Dinah Chershire

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Carta de alforria

06/07/2009

asaHoje senti como se tivesse recebido minha definitiva “carta de alforria”! Meu grito de liberdade! Minhas asas funcionando, sabe? É que eu tava aprendendo a voar e hoje tenho certeza que aprendi direitinho.

Joguei umas coisas fora, piquei uns papéis que não importam mais (e vão servir para reciclagem), me livrei de uns objetos que não precisavam mais serem guardados. Já não me tinham serventia há tempos e, como soube que para o dono tb não tinham, me livrei do entulho. Dei a quem precisa ou gosta. Aproveitei e separei os livros novos que comprei pra doação da biblioteca infantil e juntei mais alguns livros que eram meus mas estão novinhos! As crianças vão amar!

Como um amigo me disse uma vez: Tem gente que não faz idéia da preciosidade que tinha nas mãos. E eu complemento… talvez pq tenha sido muito fácil. Não que eu a partir de agora vá fazer doce e dar uma de “impossível”. Não faz minha linha nem faz parte do meu show, meu amor. Apenas tenho sonhos mais altos e tou correndo atrás deles. E também sei reconhecer aquilo e aqueles que realmente valem a pena e têm algo a acrescentar na minha vida. Quem não tem, pode cair fora que vai estar fazendo um favor!

Quem conquista algo com esforço e garra, sabe dar o valor certo e devido, né?
Isso pra qualquer coisa nessa vida. Desde um bom emprego, uma faculdade concluída ou um grande amor.

Agora, sabe qual é o maior “problema”? Eu, além de ter aprendido a voar, aprendi quem eu sou. Aí, meu bem… ninguém segura! Criaram o monstro… agora aguentem! kkkk!

Nada é impossível mas, certas coisas, a gente não quer mais pra nossa vida. Simples assim. E como eu sou uma pessoa que sempre anda pra frente e pro alto, não tem risco de eu descer, abaixar ou rastejar por nada nem por ninguém. Pra que? Num sou cobra! Tenho asas e tou voando cada vez mais longe, mais alto e mais perto do céu. Quem quiser voar junto comigo, pode vir que eu dou carona. Não sou egoísta!

Dinah Chershire
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Desenho: Cristina Valadas

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Por sua causa

30/06/2009

poster

Eu não cometerei os mesmos erros que você cometeu
Não me deixarei causar tanta tristeza ao meu coração
Eu não vou desistir do mesmo jeito que você,
Você sofreu tanto…
Eu tenho aprendido da maneira difícil
A nunca deixar as coisas irem tão longe

Por sua causa
Eu nunca me afasto muito da calçada
Por sua causa
Eu aprendi a jogar do lado mais seguro
Para não me machucar
Por sua causa
Eu acho difícil confiar
Não somente em mim, mas em todos a minha volta
Por sua causa
Eu tenho medo

Eu perco meu caminho
E ele não era tão longo antes de você o apontar
Eu não posso chorar
Porque eu sei que, aos seus olhos, isso é fraqueza
Eu sou forçada a fingir um sorriso, uma risada
Todos os dias de minha vida
Meu coração não poderia possivelmente se quebrar
Quando nem ao menos estava inteiro pra começar

Eu vi você morrer
Eu ouvi você chorar
Todas as noites, no seu sono
Eu era tão jovem
Você deveria ter pensado melhor antes de se apoiar em mim
Você nunca pensou em ninguém
Você só viu a sua dor
E agora eu choro
No meio da noite
Pelo mesmo maldito motivo

caminho
Kelly Clarkson
Poster: Marc Trautmann

conchinhaEu sei que voc~e está chegando… Queria poder te receber com um abraço apertado e o coração curado mas, infelizmente, não será possível.

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Rosas

28/06/2009

Xinho acertou em cheio!!! Mesmo tendo orquídeas e gérberas como flores favoritas, é verdade que toda mulher gosta de rosas. Mesmo!

rosas

Você pode me ver
Do jeito que quiser
Eu não vou fazer esforço
Pra te contrariar
De tantas mil maneiras
Que eu posso ser
Estou certa que uma delas
Vai te agradar…

Porque eu sou feita pro amor
Da cabeça aos pés
E não faço outra coisa
Do que me doar
Se causei alguma dor
Não foi por querer
Nunca tive a intenção
De te machucar…

Porque eu gosto é de rosas
E rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete
Me deixam nervosa…

Toda mulher gosta de rosas
E rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas
Mas sempre são rosas…

Se teu santo por acaso
Não bater com o meu
Eu retomo o meu caminho
E nada a declarar
Meia culpa, cada um
Que vá cuidar do seu
Se for só um arranhão
Eu não vou nem soprar…”

caminhoAna Carolina

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Juntando os caquinhos

23/06/2009

super

Às vezes eu fico me perguntando: Será que eu serei capaz de me apaixonar novamente? Será que eu serei capaz de amar alguém denovo? Assim… relacionamento homem+mulher, sabe? Hoje, me vejo no futuro, como uma solteirona com aversão à relacionamentos amorosos! Juro!

É que me tornei tão dura e incrédula que às vezes eu até duvido que o amor é possível. Não foi por falta de tentativa mas, hoje eu prefiro ficar só na minha do que tentar e acabar envolvendo quem não tem nada a ver com a história numa confusão que é só minha. Prefiro deixar as pessoas que acreditam “nessa tal felicidade” procurarem ela em alguém que possa dar isso a elas.

Aí hoje fiquei remexendo em coisas antigas… um livro querido, algumas fotos, um tigrinho de pelúcia, bilhetes, conchinhas… Ok! Deu saudade. Mesmo tentando esquecer esse tempo todo tudo que vivi, as coisas continuam quase que como intactas na cabeça. Mas e todo o resto? E a parte ruim da história? O que eu faço com isso?

Me pergunto também: Será que serei capaz de perdoar todo mal que me fizeram? E não foi pouco… nem mal que dê pra sair assim passando por cima… foi mal-punk, mal-mal… mal que não atingiu só a minha pessoa… mas foi. Coisa que até duvidaram, como duvidaram de tantas outras coisas… mas acabaram fazendo pior comigo. Foi um mal que (involuntário ou não) aconteceu e eu simplesmente não sei se eu serei capaz de perdoar, esquecer, abstrair… Ainda não consigo. E isso não tem nada a ver com orgulho ou teimosia. Tem mais a ver com trauma e mágoa.

Apontam o dedo pra gente mas esquecem que existem 3 dedos apontando pra si próprio. Acho que você já deve ter ouvido falar nessa metáfora de uma historinha budista… Pois bem…

Sabe quando se perde o respeito por alguém? Pronto… aí junta parder o respeito e a confiança. Então ferra tudo! Não sei se inventaram já uma cola mais poderosa que a Super Bonder, capaz de juntar os pedacinhos e deixar tudo intacto ou, pelo menos, com um formato agradável aos olhos e, com o qual, se possa conviver sem problemas pro resto da vida. Desejaria que sim. Que fosse possível.

Espero, de coração, que isso um dia tenha cura… hoje não consigo ver como mas acredito que exista sim uma luz no fim do túnel. E depois do túnel, um lugar legal onde tudo que foi vivido, de bom e de mal, faça apenas parte do caminho e sirva como um grande aprendizado. E que reste, pelo menos, tolerância, no final. As lágrimas e os sorrisos precisam ter significado.conchinha

Amar? Não sei se isso é amor mas eu sinto saudades, sinto falta e sinto muito carinho mas eu não consigo confiar nem respeitar mais.

Dinah Chershire